Páginas

sábado, 13 de agosto de 2016

Estiagem no Nordeste é considerada “evento climático extremo de grande extensão”. Paraíba é um dos estados mais afetados.

Foto: Padre Djacy Brasileiro

As informações são do Instituto Nacional do Semiárido:

A vegetação do semiárido brasileiro é um indicador utilizado para monitorar o impacto da seca, uma vez que ela é uma resposta ao déficit de chuvas na região. Diariamente, o Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis/Ufal) e o Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC) monitoram o comportamento da seca por meio da análise do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI, sigla em inglês Normalized Difference Vegetation Index) do satélite Meteosat-10.

A seca acumulada no período de 2011 a 2016 é considerada um evento climático extremo de grande extensão. Como observado no mapa (referente ao período de 1 a 8 de agosto), seu impacto é visível na saúde da vegetação. Observa-se que grandes áreas do Semiárido apresentam baixo índice de vegetação, indicando também baixa umidade. As cores laranja e vermelho indicam o predomínio de condições secas e muito secas, respectivamente. Os Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará são os mais afetados.

As Imagens do satélite Meteosat-10 são amplamente utilizadas pelo Lapis e pelo Insa para o monitoramento da cobertura vegetal devido à rapidez de acesso às informações em escala regional e, principalmente, à possibilidade de aquisição de locais de difícil acesso. Com isso, torna-se possível identificar, monitorar e avaliar ocorrências de secas em tempo real, numa escala regional.

Nenhum comentário: