sábado, 7 de janeiro de 2017

Vigilância Sanitária da Paraíba orienta as vigilâncias municipais a fiscalizarem o recolhimento de medicamentos suspensos e arroz contaminado

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) encaminhou orientação às Coordenadorias de Vigilância Sanitária de todos os municípios paraibanos sobre a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de suspender a distribuição, comércio e uso de 124 lotes de diferentes medicamentos da empresa Brainfarma – Indústria Química e Farmacêutica S/A, com sede em Goiânia/GO.

Dentre os medicamentos suspensos estão produtos conhecidos como Biotônico Fontoura (N FR 12X400ML), Dipirona Sódica (1G COMP CT BL 25X4), Dipirona Sódica (1G COMP CT BL 1X10), Doril Enxaqueca (BL DISP 6X25X4 CPRV), Epocler (Liq. FLAC 12X60X10ML), Maracugina (Liq.FR 24X150ML), Coristina (VIT C EFERVESCENTE 10CP), Histamin (2MG COMP CT BL 1X20), Histamin (2MG/5ML XPE FR VD AMB 1X100ML) e Vitasay Stress (COMP REV 12X30).

De acordo com a diretora-geral da Agevisa/PB, Maria Eunice Kehrle dos Guimarães, a Anvisa informou, em seu portal (http://portal.anvisa.gov.br/), que a própria empresa emitiu comunicado de recolhimento voluntário dos produtos. “Mesmo com a iniciativa da empresa de retirar voluntariamente os produtos do mercado, é dever da Vigilância Sanitária ficar atenta e fazer com que nenhum dos medicamentos relacionados chegue ao consumidor”, observou Maria Eunice.

Arroz contaminado

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária também informou às Visas municipais da determinação da Anvisa, na segunda-feira (3), de proibir a distribuição e venda de um lote do arroz da marca Favorito. A determinação afeta a circulação do lote 00204, com validade até 25 de fevereiro de 2017.

O produto, conforme a Anvisa, é empacotado e distribuído pela empresa Total Cesta Básica de Alimentos Ltda., com sede no município de Contagem/MG. Segundo análises laboratoriais do Instituto Adolfo Lutz Campinas III, as amostras do lote do arroz apresentavam matérias estranhas indicativas de risco à saúde humana.

Além das indicações de falhas das Boas Práticas, não permitidas pela legislação sanitária, o Centro de Laboratório Regional constatou ainda que o lote do arroz longo fino tipo 1 apresentou pelos de roedor, fragmentos de insetos e larvas de insetos. Em face dos resultados dos testes, a Anvisa determinou que a empresa Total Cesta Básica de Alimentos seja responsável pelo recolhimento do estoque existente no mercado.

Fonte: Jornal A União

Nenhum comentário: