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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Uma palavra sobre a mãe de Cristo, a Senhora da Luz

Pe. Cícero Roberto
Vigário da Paróquia N. Sra. da Piedade (Arara-PB)

Tudo que falamos sobre a mãe de Jesus, em virtude de sua magnitude perante Deus, é muito pouco ou quase nada.

Em nossa diocese, a Diocese de Guarabira, é venerada com o título de Nossa Senhora da Luz. Aliás, mais que merecido, por ser a Mãe da Luz, seu Filho, o Messias anunciado pelos profetas e que se concretiza pelo “Sim” de Maria de Nazaré. Em Guarabira, assim como no Brasil e no mundo a fora, ela é venerada e invocada com centenas de títulos.

A partir do “Sim”, Maria passa a ser o ponto divisor entre Antigo e Novo Testamento na história do povo de Deus. Foi um gesto de entrega por amor ao Plano Salvador de Deus. Somente quem ama é capaz de tão extrema entrega, e por isso tornou-se a Mãe do Salvador Jesus Cristo.

Acolhendo a Palavra da vida em seu coração, tornou-se a primeira cristã, a discípula perfeita do seu próprio Filho, o Filho de Deus, por isso a Igreja a apresenta aos cristãos, de todos os tempos, para que a venere com amor e devoção filial, independentemente do tempo sociocultural.

Só é possível fazer a experiência do Amor Mariano quem é capaz de andar na contramão dos valores do mundo, fazendo a experiência da pobreza, da caridade, da incompreensão, da esperança, da dor e do louvor, como o fez Maria.

É a partir dos pés da Cruz que aprendemos a chamá-la de Mãe, como ensinou seu Filho: “Jesus ao ver sua Mãe e ao lado dela o discípulo que Ele amava, disse à sua Mãe: Mulher eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe” (J 19,26-27).

À Mãe de Jesus, nossa Mãe, rendemos culto de veneração, o que difere do culto de adoração, que é devido somente a Deus.

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